quarta-feira, 28 de março de 2012

Ligação entre a Maçonaria Operativa e a Maçonaria Especulativa.




Ligação entre a Maçonaria Operativa e a Maçonaria Especulativa.

 

Tempos atrás, o Irmão Ronaldo Teixeira, da Loja Jacques de Molay, levantou um assunto interessante: qual a ligação entre a Maçonaria Operativa e a Maçonaria Especulativa?
Aparentemente, a resposta é: a necessidade de sobrevivência da Ordem. Mas para sobreviver, é necessário que haja crescimento.
Esse crescimento foi gerado pelo “Interesse”. Vou tecer algumas considerações, expostas abaixo, para no final esclarecer o que vem a ser esse “interesse”.
·        A Franco Maçonaria possuiu dois ramos principais, bem distintos quando à origem e ao comportamento. O ramo Inglês e o Francês. A Franco Maçonaria Brasileira, e as demais da América do Sul, são de origem francesa. Na Austrália, EUA  e Nova Zelândia a origem é inglesa.
·        Na Inglaterra, a ideia de uma sociedade obreira declinava pouco a pouco, e reencontrou força e vigor graças ao acrescentamento de elementos novos, encontrados, antes de tudo na burguesia e nas profissões liberais e, posteriormente na nobreza e realeza. Aos primeiros, essa nova organização, oriunda de uma guilda quase moribunda de ofícios, estendia seus fins e sua influência, dando-lhes um novo aval entre os homens de condição social mais elevada.
·        Na França, diferentemente do exposto acima, o povo começava a despertar para ideias novas (emprestadas da Inglaterra, evidentemente) e preparava sua Revolução, enquanto a Inglaterra já fizera a sua e decapitara seus reis. Submetera a Igreja ao Estado, e aspirava repouso.
·        Desse modo, enquanto a Lojas Inglesas reuniam,, de maneira geral, pessoas extremamente respeitáveis, ponderadas, cultivando cuidadosamente, com submissão, as leis do reino e as leis da natureza, as Lojas Francesas abrigavam, sob a Lei do Silencio, tudo quanto o reino podia conter de hermetistas, alquimistas, “filósofos” e “iluminados”. Desse modo, a Loja tornou-se a veste que lhes permitiu passar despercebida – e, em seguida, ficar ao abrigo das perseguições do poder real e do poder religioso – uma sociedade frívola que dança inconscientemente seus últimos minuetos, quando a casa, já rachados, começou a desmoronar. (Marius Lebage).
Aparentemente, o “elo’ de ligação entre a Maçonaria Operativa e Especulativa, denomina-se ’interesse” no sentido mais amplo  a palavra.
Na Inglaterra: INTERESSE  em contatar, e se misturar com pessoas da alta sociedade e se sentir no mesmo nível, característica da Maçonaria mundial.
Na França: INTERESSE em se ter base camuflada para contestar a Igreja e o governo, e ter local para expressar livremente seus pensamentos.



M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

terça-feira, 27 de março de 2012

Relação entre circo e Maçonaria é mais estreita do que parece.


Relação entre circo e Maçonaria é mais estreita do que parece.

Hoje dia 27/03 é o Dia do Circo.
                                                                                 
  

 
                Sapientíssimo Ir.'. Roger Avanzi



Palhaço Picolino 


Relação entre circo e Maçonaria é mais estreita do que parece Palhaço Picolino Roger Avanzi, o palhaço Picolino, já perdeu a conta do número de vezes que foi homenageado e lembra com orgulho do dia em que ganhou cada medalha de honra ao mérito. Todo esse reconhecimento, porém, foi dado bem longe do picadeiro. Tinha a ver com a trajetória como maçom, nome dado aos integrantes de uma ordem Iniciática e filosófica. "Integrei a ordem durante a Segunda Guerra Mundial, por intermédio de um tio", conta o artista de 89 anos. O retrato de Picolino esta pendurado na galeria de imortais maçônicos ao lado de outro circense, o palhaço Arrelia. "Acho que é por causa da minha idade." A humildade com que comenta a homenagem esconde seu envolvimento com a maçonaria, onde possui um dos mais altos graus. "Para ser palhaço é preciso ter alma forte e nervos de aço. A maçonaria me ajudou muito a praticar isso e a melhorar internamente", justifica. Além dos ensinamentos espirituais, a maçonaria representou uma grande ajuda ao desenvolvimento do circo no Brasil. Por funcionar como uma irmandade, os circenses integrantes tiveram, muitas vezes, facilitados a instalação de suas lonas nas cidades que contratavam suas apresentações. "Maçons integrantes de núcleos da sociedade como o comércio e a prefeitura locais facilitavam diante dos impedimentos burocráticos e da oposição da igreja católica, que via o circo como coisa do diabo", conta a pesquisadora Ermínia Silva, autora do livro "Circo-Teatro". Em contrapartida, os donos de circo contribuíam com a maçonaria através da doação de uma parte da bilheteria para construir templos maçons nas cidades por onde passavam. Distribuição de ingressos em comunidades carentes também é uma prática comum. Franco Alves Monteiro, o palhaço Xuxu, conta que em toda cidade em que chegava com seu circo sempre separava um bolo de ingressos para seus companheiros distribuírem entre quem não tinha dinheiro e queria assistir ao espetáculo. Um dia, infelizmente ele precisou da ajuda que sempre ofereceu. No trajeto rumo à próxima praça em que se apresentaria, o caminhão que levava todo seu equipamento capotou na estrada. Antes mesmo de chegar ao local do acidente, todas as providências já haviam sido tomadas. "Na época, o prefeito da cidade era maçom e deixou um caminhão novo no circo até eu consertar o meu." Sem essa ajuda, Xuxu não sabe como daria continuidade às apresentações do circo. Esse universo secreto e misterioso também sempre fascinou Antônio Stankowich, de 75 anos. "Gostava de ver o pessoal da maçonaria todo bem vestido na plateia." O dono de circo, porém, teve seu ingresso na ordem negado por três vezes. "O motivo era que não tinha um endereço fixo", explica. Hoje, Stankowich pertence a um dos mais altos graus da ordem. "Vi como a maçonaria é praticada no Brasil inteiro."




Michelângelo Buonarotti


Michelângelo Buonarotti


Caso único entre os artistas, Michelângelo é comumente tido como uma espécie de super  homem. Quando a morte o alcançou, com a idade de 89 anos, ainda estava criando obras de arte. Suas pinturas e esculturas de figuras de homens e mulheres são quase sobre humanos em beleza, força e energia. Foi uma criação da Renascença, sendo arquiteto, poeta, pintor e escultor de suprema relevância. Não foi o único; diversos artistas de renome apareceram nesse período, mas sem dúvida foi o maior artista entre todos eles.
O “mundo” de Michelângelo foi bem pequeno, restringindo-se as cidades de Florença e de Roma, distantes 233 km entre si. Percebe-se, pois, que os efeitos enriquecedores de viagens ao redor do mundo não foram o motivo de sua incrível genialidade.
Michelângelo Buonarotti nasceu em 06 de março de 1475, na cidade de Caprese, próximo à Florença e era filho de Lodovico di Leonardo di Buonarotti Simoni, que nessa cidade estava trabalhando quando do seu nascimento. Foi criado por uma governanta, cujo marido era mineiro e deve ter lhe passado as técnicas de, com um malho e cinzel, esculpir em pedra.
Em 1488, com treze anos de idade, foi aluno de um dos principais pintores da época – Guirlandaio, com técnica especializada em pintar e decorar paredes e tetos, em afresco. Depois de um ano e meio com Guirlandaio, foi notado por Lorenzo de Médici “O Magnífico”, o qual foi imediatamente surpreendido pela habilidade de Michelângelo em esculpir e levou-o ao seu palácio, que era o centro cultural de Florença. Lá, encontrou Bertoldo di Giovanni, sexagenário que havia sido aluno de Donatello, considerado o maior escultor do século XV.
Quando Lorenzo “O Magnífico”, morreu em 1492, Michelângelo voltou para a casa de seu pai, iniciando nessa época seus estudos sobre anatomia, através de dissecação de cadáveres. Deste modo, artistas como Leonardo da Vinci e Michelângelo, da Alta Renascença, podiam revelar, em suas obras, a musculatura por baixo das roupas porque haviam estudado os músculos debaixo da pele.
Em 1496, em contato com o Cardeal Riário, e devido seu talento, foi convidado a ir a Roma. O primeiro trabalho conhecido de Michelângelo foi o “Baco”, para um vizinho do Cardeal. Essa obra, de grande beleza e naturalidade, mostra de forma adequada a embriaguez do deus do vinho, Baco, que com as pernas semi dobradas, parece que está prestes a cair.
Em seguida fez um trabalho mais ambicioso, a “Pietá”, uma representação da tristeza da Virgem Maria, segurando Jesus crucificado, em seus braços. Peça esculpida com riquezas de detalhes e perfeições jamais vistas em outras obras de igual envergadura.
Michelângelo voltou para Florença em 1501 e encontra um bloco de mármore de 5,4m de altura, num quintal próximo da Catedral de Florença e seus serviços são encomendados para trabalhar o bloco, e a estátua, conforme combinado, deveria ser de Davi, o herói bíblico, em confronto com o gigante filisteu – Golias. A maravilha produzida mostra a imagem do jovem Davi, carregando no ombro a funda com a qual derrotará o filisteu Golias.
Em 1505 foi convocado pelo Papa Júlio II, para pintar a Capela Sistina e, em 1520, prepara a Capela dos Médici.
No final da Renascença, as cidades italianas tiveram as maiores realizações culturais e Florença era uma das mais poderosas cidades italianas, próspera no comércio de tecidos e sedas, tornando-se um centro financeiro internacional. Produziu a maioria das grandes figuras do início do Renascimento, começando com Cimabue e Giotto, terminando com Leonardo da Vinci, Michelângelo e Rafael, entre outros.
Florença era normalmente uma república, mas durante quase todo o século XV foi controlada por uma única família – os Médici. Suas principais propriedades eram um banco com filiais ou agências por quase toda Europa, e a habilidade política, tradição familiar. O banco trouxe enorme poder e prestígio, a habilidade política os induzia a evitar danos à vaidade florentina, controlando a cidade por detrás dos bastidores. O real fundador da dinastia, Cósimo de Médici, usou o poder por mais de trinta anos. Ele foi grande apreciador das artes, embora suplantado por seu neto Lorenzo “O Magnífico”.
Lorenzo foi, quando Michelângelo era adolescente, seu protetor e estimulador na arte de esculpir, levando-o a frequentar a escola por ele patrocinada, no palácio. Apesar de Lorenzo ter morrido em 1492, e Florença pensar estar livre da influência dos Médici, em 1494, após conflitos com a França, trouxeram o poder dos Médici de volta, mais acentuadamente em 1512, como veremos adiante.
Depois de 1505, já famoso por algumas de suas obras, Michelângelo foi trabalhar para o Papa Júlio II, em Roma. Esse personagem era, além de Papa, um notável guerreiro, tornando-se um governante poderoso, tanto leigo como espiritualmente. Apesar de ambos estarem sempre em atrito, Michelângelo pintou a Capela Sistina, tornando-se mais conhecido e mais famoso ainda.
Em 1513, o Papa Júlio II morre no auge de seu poder. Como dissemos, os Médici se reinstalaram no poder e o Cardeal Giovanni de Médici, o segundo filho de Lorenzo “O Magnífico”, em 1514, foi inesperadamente levado ao trono papal como Papa Leão X, e os Médici viram-se no poder tanto em Florença, como agora em Roma, os “dois mundos” de Michelângelo.
Em 1520, o Papa Leão X, para celebrar a volta da família Médici ao poder, estava ansioso para erguer uma maravilhosa fachada na Igreja Médici de São Lorenzo, Florença. Entretanto, não houve entendimentos entre o Papa Leão X e Michelângelo, e nada foi feito.
Ainda assim, ele de maneira nenhuma havia caído em desgraça com os Médici. Depois de certo tempo, envolveu-se em um novo projeto para a igreja de São Lorenzo. Na verdade eram diversos trabalhos e consistiam em projetar a Capela dos Médici. Além disso, deveria esculpir quatro túmulos para os Médici, e criar uma enorme biblioteca para a Igreja. Um dos túmulos seria destinado ao mais importante homem da geração anterior: Lorenzo de Médici “O Magnífico”, primeiro protetor de Michelângelo. O outro túmulo seria do Irmão de Lorenzo, Giuliano de Médici, que havia sido assassinado já há muito tempo, quando Michelângelo tinha três anos.
Na velhice de Michelângelo, a Arquitetura tomou lugar da Escultura, permitindo-lhe continuar a moldar rochas sem o duro esforço de esculpir, projetando diversas Praças.
E assim, na idade de 89 anos, morre um artista cuja magnitude jamais será suplantada.


M.'. I.'. Alfério Di Giaimo Neto

segunda-feira, 26 de março de 2012

A origem de Barbados e onde é que fica?


A origem de Barbados e onde é que fica?


"Barbados é de origem vulcânica e é a menos conhecida das ilhas do Caribe, formando parte das Pequenas Antilhas, sua capital é BRIDGETOWN, que possui um pouco mais de seis mil habitantes.
“A história de Barbados não é das mais bonitas, assim como todas as histórias dos Países Americanos que foram descobertos pelos europeus”. Tudo começou com os ARAWAK, povo nômade e pacífico que se espalhou pela região do Caribe,
e ainda que posteriormente os caraíbas os desalojassem de muitas ilhas, conseguiu permanecer em algumas, entre as quais, Barbados.
"No começo do século 16, os espanhóis chegaram à ilha, que a batizaram de "DAS FIGUEIRAS BARBADOS". Convencidos de que ali não havia riquezas, se retiraram do lugar, não sem antes assassinar em massa a população e sequestrar os poucos
sobreviventes, para divertirem a corte espanhola. Ao se estabelecerem em 1625, os ingleses encontraram um território fértil e desabitado. A introdução do plantio da cana-de-açúcar, que contou com o incentivo inglês, trouxe consigo importantes mudanças
sociais.
"Em 1961, Barbados conseguiu sua autonomia interna e a independência em 1966. Por esse motivo, Barbados se tornou a ilha mais inglesa dentre todas as inglesas do Caribe. A nobreza dos gestos, o jeito de falar e a formalidade no trato com os turistas
são alguns sinais dessa influência. O bom humor e até a paciência para suportar algumas ofensas são traços comuns do povo barbadiano.
"Barbados é simplesmente maravilhosa. A Ilha tem apenas 782 quilômetros quadrados, motivo pelo qual você pode conhecer  todo o país sem atropelos. Em Higway ficam as praias mais tranquilas, banhadas pelo mar do Caribe e as pequenas cidades de
Holetown e Speitgtown. Outro lugar que vale a pena visitar é a destilaria do RUM MOUNT GAY, lá os turistas vão descobrir como os destilados são feitos.
"Já do outro lado, onde a ilha é banhada pelo Oceano Atlântico, o mar é um atrativo à parte para surfistas e nadadores experientes. “Não deixe de visitar as praias de Barclay Park, Bartsheba e Ragged Point, O Museu e Resort, quanto a temperatura média é de 27 graus”. No mês de Janeiro acontece o tradicional Festival "JAZZ BARBADO”, em Julho tem o 'CROP OVER', festa que mistura a alegria do Carnaval e a coroação do rei Calipso.

O MAÇOM


O MAÇOM



O Maçom é o homem que aspira a perfeição; é aquele cujo guia é a ciência e cujo código é a atração universal: o amor.
Esclarecido pela ciência, animado pelo amor, apreciando as coisas pelo seu justo valor, o verdadeiro maçom não se deixa seduzir pelas aparências, nem arrastar pelas paixões; quer justiça e ordem.
Indulgente a respeito de todos os homens, o maçom sabe ser superior aos acontecimentos; a desgraça não o desanima, nem a prosperidade o exalta ou cega. Banindo o orgulho imprudente e a falsa modéstia, passa a vida no trabalho.
Seja qual for a sua situação e as suas condições sabe manter-se na sua posição com a consciência de praticar o bem.
Os preceitos da constituição ensinam ao homem este caminho que tem de trilhar. A divisa do maçom é a liberdade e o amor do próximo.
Ligado pelos princípios da fraternidade, guarda cauteloso o segredo do amigo, porque traindo-o trairia a sua própria consciência.
Tomando por fundamento estes preceitos, o maçom deve sempre trabalhar para o progresso do bem, para a instrução do seu semelhante, e finalmente deve procurar associar todos os homens ao seu trabalho ativo, para que se possa por toda a parte derramar a luz da ciência.
A Maçonaria é a fé no futuro, é a ação e a felicidade. O maçom marcha constantemente para o seu fim, empregando todas as forças para destruir os obstáculos que encontra. Esta obra não é certamente interminável, mas para que se consiga, para que os seus efeitos sejam salutares, é necessário atividade e dedicação. E se sucumbirmos antes do cumprimento desta elevada missão, colham os nossos filhos algum fruto da nossa perseverança. Sintam as gerações futuras o eco do nosso trabalho ativo.


(BOLETIM OFICIAL DO GRANDE ORIENTE DO BRASIL. N.º 7, 14° Ano, Setembro de 1889, p. 132)

QUEM ERA ESSA DE QUEIROZ?


QUEM ERA ESSA DE QUEIROZ?

José Maria Eça de Queiroz era escritor português (Fase do REALISMO) nasceu em Póvoa de Varzim (Portugal) em 1846. Fez os seus primeiros estudos no Porto (Portugal) e formou-se em Direito pela universidade de Coimbra (Portugal), em 1866. Sob a direção de seu pai, exerceu algum tempo a advocacia. Introduziu em Portugal a técnica realista na novela com a publicação do CRIME DO PADRE AMARO. Contribuiu para a reforma do estilo literário de seu tempo, pela flexibilidade, pela expressão, pela graça e pela ironia com que sabia adornar os seus escritos. Exerceu o mandado consular em Havana (capital de Cuba), Newcastle, Bristol (cidades Inglesas) e Paris (capital da França), onde morreu no ano de 1900.
Escreveu: O Mistério da Estrada de Sintra* (Sintra é uma das mais belas cidades portuguesas (Se tu fores a Portugal visite-a), escrita de colaboração com ramalho Ortigão; O Crime do Padre Amaro, O Primo Basílio; O Mandarim; A Relíquia). Os Mais (BEST-SELLER em vários idiomas); A Ilustre Casa de Ramires; a Correspondência de Fradique Mendes; A cidade e as Serras; Cartas de Inglaterra; Ecos de Paris; Notas Contemporâneas; Últimas Páginas; etc. etc. etc.
Ao seu respeito, disse M. dos Remédios:
"Na história do romance nacional português o seu nome, independentemente do juízo que venha a fixar-se a respeito da obra ficará para sempre perdurável pelo caminho novo que rasgou no campo do naturalismo e pela influência decisiva que a sua maneira criou e exerceu... Em todos os seus trabalhos não é só o entrecho que prende e seduz o leitor, mas principalmente, a magia do estilo, vivo, novo, de riquíssima policromia".
Henrique Perdigão:
"A Flaubert, para ser grande entre os grandes, bastou-lhe escrever a Mme. Bovare e Salombô; Eça de Queiroz, para igualar os grandes de qualquer país, basta que tenha escrito a Cidade e as Serras - a mais nacional (portuguesa), por certo, das suas obras - e A Ilustre Casa de Ramires - verdadeiro POEMA EM PROSA onde vemos desfilar numa harmonia admirável de estilo e de descritivo as figuras mais representativas de todas as classes sociais tanto no velho como no novo Portugal. Mas Eça de Queiroz não nos deixou só esses dois modelos literários: deixou-nos o Crime do Padre Amaro e a Relíquia, que - dizia em 1918 o distinto lusófono e polígrafo francês sr. Fhiléas Lebesque - "não estão longe de ser incluídos às Cem Obras Primas da Literatura Universal"; deixou-nos Correspondência de Fradique Mendes, que o sr. Mateus de Albuquerque, ilustre escritor brasileiro, considera, com A Cidade e as Serras, "o mais pitoresco resumo, a sátira mais fina do ceptismo elegante do fim do século XX"; deixou-nos, finalmente, as páginas cheias de fantasias, de humorismo e de ironia do Mandarim e dos Maias, e esse tão discutido Primo Basílio - a mais perfeita obra, sem contestação séria, que até hoje produziu o realismo em Portugal".
Eça de Queiroz é acusado por vezes de escritor incorreto no estilo; entretanto, se isso é verdade em algumas de suas obras, em outras não, as que prova ser esse defeito mais circunstancial que pessoal.**·.

* A cidade de Sintra está perto do Lisboa (capital portuguesa)  e entre o P. das Maçãs e Cabo da Roca.
** Talvez tenha sido esse vácua poético que o fizera a aproximar-se da perfeição literária.

ELES TAMBÉM TÊM MENOPAUSA!‏


ELES TAMBÉM TÊM MENOPAUSA!‏

Dando uma olhadinha em um circulatório diário (JORNAL) de Manaus - AM, me deparei com uma REPORTAGEM excelente da repórter CAMILA HENRIQUES da fabulosa EQUIPE EM TEMPO, Manaus, domingo, 25 de março de 2012. Vamos a reportagem:
ELES TAMBÉM TÊM MENOPAUSA!
A partir dos 40 anos é recomendável que os  homens comecem a fazer os exames que identificam a chegada da ANDROPAUSA para evitar o agravamento dos sintomas.
“Muito se fala em MENOPAUSA, mas o sexo masculino também sofre com os efeitos causados pela chegada de uma fase bem parecida: a ANDROPAUSA”. Apesar da comparação natural entre os dois fenômenos, há uma diferença significativa, já que o homem não possui uma época definida para que a interrupção da produção de hormônios aconteça.
"De acordo com o urologista Anoar Samad (UROLOGISTA AMAZONENSE), essa 'diminuição hormonal'  (de 1% ao ano) é o que caracteriza o que muitos chamam de MENOPAUSA MASCULINA. Entre os sintomas dessa fase, se destaca a diminuição da libido,
além de alterações no humor (coisa comum também nas MULHERES naquele período... e, na própria menopausa!!!), diminuição da força e massa muscular, cansaço, alterações na distribuição da gordura corpórea com acúmulo no abdome (BARRIGÃO, BUCHO GRANDE) e alterações no sono. Todos esses sintomas acima podem decorrer de várias outras situações tais como depressão, estresse, falta de atividade sexual por falta de parceira vida sedentária, medicações, e outras doenças associadas.
“Por isso, os sintomas que o homem possa apresentar não são suficientes para justificar a REPOSIÇÃO HORMONAL ou dizer que ele está na ‘MENOPAUSA’, devendo haver, sempre, a confirmação laboratorial da queda da TESTOSTERONA, explica”.
“Mesmo não havendo uma IDADE” ESPECÍFICA PARA ESSES SINAIS APARECEREM, o homem que chega aos 40 anos deve começar a monitorar a saúde de forma mais intensa - e isso significa, entre outras coisas, verificar se a ANDROPAUSA CHEGOU (TÃO FEROZ QUANTO A PRÓSTATA). O processo de identificação desse fenômeno é relativamente simples, com exames de sangue realizados em qualquer laboratório bem equipado.
“André 54 anos, empresário, conta que relutou muito antes de procurar um médico pra tratar problemas que atribuía ao estresse”. Segundo ele, após os 50 anos,  era constante
o cansaço físico e a falta de disposição para o sexo, além de muita irritação e dificuldade de concentração no trabalho.
"Por uma questão, que hoje entendo como preconceito, relutei em aceitar a hipótese de ser MENOPAUSA MASCULINA. E só depois que conversei com o meu médico foi que aceitei fazer o exame de DOSAGEM HORMONAL e hoje comprovou que havia uma queda de TESTOSTERONA e que eu precisava fazer o tratamento. Hoje sou um homem renovado".
“A maioria dos homens reluta em procurar um médico quando começa a sentir os sintomas da ANDROPAUSA”.

O TRATAMENTO IDEAL:

"Exames feitos e ANDROPAUSA DIAGNOSTICADA, os médicos sugerem começar o tratamento. 'Em algumas Universidades dos Estados Unidos já se orienta a repor hormônio dentro da faixa normal, mas muito próximo do limite inferior aceitável para esse
hormônio. O tratamento com hormônio é longo, geralmente por toda vida', ressalta o urologista.
"A reposição pode ser feita por meio de colocação de um adesivo sobre a pele com gel de TESTOSTERONA a 1%, ou por meio de injeção muscular, como afirma o urologista amazonense, Anoar Samad. Porém, o paciente deve ter atenção com esse tratamento,
já que há um risco de fazer reposição em pessoas com níveis normais de TESTOSTERONA especialmente para a PRÓSTATA, FÍGADO, COLESTEROL e APNEIA DO SONO. Já está mais do que comprovado que TAXAS DE HORMÔNIOS ELEVADAS NÃO AUMENTA AS FUNÇÕES DESSE HORMÔNIO. Portanto, não adianta tomar HORMÔNIOS A MAIS!