sexta-feira, 25 de maio de 2012

Deismo e Teismo



Este assunto já foi comentado em outra ocasião, mas por ser importante para a Maçonaria, fui buscar uma outra fonte de informações –Holy Bible, versão Maçõnica, editada em Wichita, Kansas, EUA.
As definições foram tiradas de lá. Os comentários são meus.
DEÍSMO é a crença em Deus considerando somente o que é natural e racional.
Rejeita a revelação sobrenatural e os elementos sobrenaturais na religião. Muitos “livrespensadores” da França, nos séculos XVI e XVII foram classificados como “deistas”. É um erro grosseiro dizer que eles tiveram grande influencia na Francomaçonaria naquele período. Os Princípios e as Doutrinas da Francomaçonaria repudiam o Deísmo. Maçons são Teístas; eles acreditam num Deus verdadeiro e ativo; eles reconhecem suas revelações sobrenaturais de Si mesmo e de seus desejos e os elementos sobrenaturais na verdadeira religião.
TEÍSMO é a doutrina de um Deus, eterno, auto suficiente, onisciente, onipotente, impregnando toda a Criação, criador, preservador, protetor e benfeitor de todas as coisas e do Homem. É nesse Deus que os maçons confessam a sua Fé e Crença, e reconhecem as revelações desse Deus. É o oposto do Ateísmo – doutrina na qual não há um Deus, ou do Politeísmo – a doutrina na qual há muitos deuses, e do Deísmo – descrito acima e do Panteísmo – doutrina na qual toda natureza é Deus e Deus é toda natureza.
Comentários: na verdade, em 1717, na união das quatro Lojas em Londres, dando início à Maçonaria Especulativa que praticamos hoje, a tendência era mais para o Deísmo do que para o Teísmo. Isso, talvez, mais por receio ou prevenção, pois a Inglaterra estava passando por mudanças radicais em sua Monarquia e a religião dominante variava conforme o Monarca eleito. Quando do lançamento da Constituições de Anderson, um reverendo presbiteriano, em 1723, a Maçonaria estava em “cima do muro”. Somente em 1738, quando ocorreu a primeira revisão dessa Constituição, muita coisa já tinha sido definido e houve, realmente, uma tendência para o Teísmo.
 
 
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A MEDICINA


           
      O estudo metódico da medicina bíblica só começou no século XVII. A partir de então, acumularam-se as descobertas sobre essa arte, tal como era conhecida e praticada na época em Israel, no Egito e na Mesopotâmia. Os termos que designam o médico, a medicina ou a ideia de curar (rofé) repetem-se oitenta e uma vez no Antigo testamento e oitenta e três no Novo. Juntamente com os médicos, os sacerdotes, as parteiras e, às vezes, os profetas também desempenham funções médicas. Os embalsamadores e certas categorias de feiticeiros também são honrados com o título de médico.
      A ideia central é que a doença e a saúde dependem de Deus. Essencialmente, é Ele que envia o mal e é Ele que cura, seja diretamente, seja por intermédio de um profeta. Uma simples prece pode restituir a saúde a um doente. Por vezes, é preciso agir. Olhando as serpentes de bronze erigidas no campo dos hebreus as pessoas se curavam das mordidas de cobras. Um cajado mergulhado nas águas poluídas tornava-as salubres; uma imersão curava a lepra e um profeta podia ressuscitar um morto. É evidente que os intentos de explicação racionalista desses “milagres”, assim como os do Novo Testamento, contradizem o que pensam e creem os homens da Bíblia.
      No entanto, eles têm conhecimentos médicos indiscutíveis, que lhes permitem curar, sem a ajuda do milagre. Tinham conhecimentos de anatomia. O homem era por eles conhecido enquanto estrutura viva: os nomes e as funções das partes do corpo, inclusive o embrião, o útero, o fígado, os ossos e os músculos do homem são detalhados com uma precisão técnica tão grande, que as línguas modernas não possuem todos os equivalentes para essa diversificadíssima terminologia. Noções de fisiologia transparecem nas expressões que identificam o sangue ou a respiração com a própria vida. O papel psicossomático do coração, do fígado, dos rins é sublinhado na linguagem cotidiana. O movimento do sangue era conhecido dos antigos, embora tenha sido necessário esperar o ano 1628 de nossa era para descobrir as leis de sua circulação.
     Joel não sabe não distinguir a pureza ritual da limpeza ou da higiene, pois vive globalmente em Deus. Contudo, as leis da essência religiosa que ele respeita obrigam-no a não comer carnes estragadas, a detectar em suas fezes os menores sinais de doença, a banir todo alimento impuro, inclusive o sangue. Ele nunca comia carne de animais cujo não consumo favorecesse uma melhor higiene. O corpo do homem devia ser religioso e regularmente lavado em várias circunstâncias da vida cotidiana. Os regulamentos do exército insistiam nas regras da limpeza do soldado e de seu campo. A higiene sexual também ocupava um lugar importante na vida do sal, obrigado a lavar-se depois de cada relação e abster-se do coito durante a menstruação da mulher.
     Em matéria de medicina interna, a Bíblia cita oitenta e cinco vezes o coração enquanto sede da vida, da sensibilidade e do pensamento do homem. O Livro de Samuel descreve com uma precisão clínica o infarto que paralisa Nabal antes de sua morte, dez dias depois, de um segundo ataque. A Bíblia sabe diagnosticar os distúrbios circulatórios de que sofre o velho rei David ou a arteriosclerose do rei Asa. A doença renal do rei Jordão também é descrita com exatidão.
      Joel vê o grande espaço que a cirurgia e a ortopedia ocupam na vida do povo, do qual cada filho homem, aos oito dias de idade, sofre a delicada operação da circuncisão. Não é Deus o grande cirurgião que tirou uma costela do corpo do homem para criar com ela uma obra-prima, a mulher?  Os cirurgiões de Israel têm objetivos mais modestos: eles reparam uma fratura do braço ou da perna com tanta destreza quanto o faz um ortopedista de nossos dias.
Essa arte era conhecida deste o terceiro milênio – prova-o uma múmia. Os egípcios praticam esse tipo de operação que as guerras tão banais quanto necessário. A trepanação era praticada, como atestam alguns crânios, notadamente de um homem que vivia há quase três mil anos, encontrado em Laquis.
      Os hebreus já conheciam empiricamente doenças cujas causas só foram determinadas no século XX, como a acromegalia (saruá), desenvolvimento excessivos das extremidades, estudados em 1907 por J. Erdheim, ou os distúrbios endócrinos que provocam a intumescência dos testículos (meruah ashahh). Os textos bíblicos abundam em anotações sobre a menstruação, os corrimentos e as doenças da mulher. O feto é chamado, com graça e exatidão, de fruto do ventre.
      As escrituras Sagradas mencionam os cinco sentidos e anotamos os distúrbios de seu funcionamento. As doenças dos nervos, as depressões e a loucura são mencionadas como frequência, mas em termos tão genéricos, que é impossível diagnosticar a que podiam corresponder exatamente. Em compensação, as doenças da pele e do sexo são descritas com profusão de detalhes técnicos. Note-se que o enuco e o castrado não podem “entrar na assembleia de Iahweh”, o que impede seu casamento.
      As epidemias são tão temidas quanto às guerras ou a fome. Trata-se, geralmente, de epidemias de peste que se propagam por contágio. Os antigos sabiam que o isolamento do doente ou o abandono da cidade saqueada constituíam a defesa mais eficaz contra o mal. A Bíblia menciona igualmente os envenenamentos e os distúrbios provocados pelas mordidas de animais venenosos, sem com isso desvendar suas causas toxicológicas.
      No que concerne à velhice, ela é descrita em termos que nenhum gerontólogo (geriatra) atual repudiaria, na passagem poética que traz uma espécie de conclusão aos pensamentos do Eclesiastes.
     Assim, os hebreus concebem a alma e o corpo cimo uma unidade viva: o homem possui a vida num grau tão mais intenso quanto mais tiver a bênção de Iahweh. A doença leva o homem para a morte; a cura é um fenômeno espiritual que restaura a integridade do ser e sua livre comunicação com as forças da vida que estão em Iahweh. Portanto, as doenças mais graves são curadas pelos sacerdotes e homens de Deus nos santuários, ou seja, em cada profissão.
      A lepra, ou a espécie de doença de pele que a palavra saraá designa, é objeto de longas análises no Levítico.
O sacerdote é encarregado de diagnosticar a doença e constatar sua agravação ou desaparecimento. Sacrifícios e abluções concorrem para a purificação do doente ou mesmo da casa atingida. Pois a doença é provocada por um “demônio” que se apoderou do doente enfraquecido pelo pecado – é preciso expulsá-lo do corpo atingido, de seus Pêlos, que serão raspados, e dos objetos que possam ter sido atingidos, que são lavados ou queimados. Os pássaros puros, a madeira de cedro, o carmesim de cochonilha, a manjerona e a água corrente são alguns remédios recomendados. O sacerdote administra-os de acordo com um ritual rigoroso. Assim, a legislação sacerdotal codifica as doenças que tornam o homem impuro e estabelece os remédios destinados a purificá-lo ou curá-lo. Juntamente com as doenças da pele, as doenças sexuais são as mais citadas na Bíblia. A lei impõe, assim, regras rigorosíssimas de higiene corporal, alimentar, sexual e preocupa-se com a salvaguarda da saúde pública. Essas medidas se impõem com força ainda maior por estarem ligadas à exigências da pureza e da santidade religiosa. O primeiro médico é o próprio Deus. Os médicos receitam tratamentos à base de plantas medicinais, mas quem cura de verdade é apenas Deus, ou sacerdote e o profeta, graças a seus poderes carismáticos.

Extraído do Livro Os Homens da Bíblia, p. 160 a 164 – Autor André Chouraqui

Escola de Alexandria




Haveria alguma ligação entre a Maçonaria e a Escola de Alexandria? Não estou afirmando que existisse Maçonaria naquela época, pois sabemos muito bem que não existia.
Porém, a Maçonaria extraiu, posteriormente, importantes ensinamentos dessa famosa Escola.
Quando Alexandre, o Grande, construiu a cidade de Alexandria no Egito, a qual ele planejou ser a base de seu Império, ele estabeleceu uma escola de Filosofia a qual se tornou, muito provavelmente, a maior instituição desse tipo, do mundo histórico daquela época.
Era o ajuntamento dos maiores filósofos e sacerdotes religiosos, dos países do Oriente, dos Judeus, dos Egípcios, dos Árabes e dos Gregos. Era uma mistura heterogênea de opiniões, filosofias, teorias religiosas de bispos egípcios, de ministros dos cultos judaicos (Rabinos), de teólogos e professores árabes, e, também, discípulos dos ensinamentos de Platão (ver Pílula nº 136) e Pitágoras.
Tanto Aristobulus quanto Philo, notáveis filósofos dessa escola, porém de gerações diferentes, afirmavam que os escritos sagrados dos Hebreus, pelo seu sistema de Alegorias e impregnados com esoterismo e significados ocultos, eram a verdadeira fonte de todas as doutrinas religiosas e filosóficas.
Portanto, foi aí nessa Escola, que a Maçonaria com a sabedoria que lhe é característica, tirou e tem tirado o mais sublime alegorismo, simbolismo e formas ritualísticas de instruções.
 
 
M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Academia





 
A “Academia” original (akadémeia) foi o jardim no qual Platão fundou sua escola de filosofia, mas o termo passou a designar toda instituição de ensino superior, ou que congrega luminares da ciência, das artes, da filosofia etc. Muitas academias tornaram-se famosas através de tempos e lugares, nas várias áreas de sua atuação (C.Aulete).
Platão foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental.
A historia nos conta que no século VI a.C., nos arredores da cidade de Atenas, onde havia um imenso jardim que outrora pertencia ao herói lendário de Ática chamado “Academos”, alí, em 388 a.C., Platão fundou uma escola de investigação científica à qual deu o nome de “Academia”, em homenagem a esse herói lendário (Mario Name).
Juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles, Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental. Acredita-se que seu nome verdadeiro tenha sido Arístocles Platão era um apelido que, provavelmente, fazia referência à sua característica física, tal como o porte atlético ou os ombros largos, ou ainda a sua ampla capacidade intelectual de tratar de diferentes temas, entre eles a ética, a política, a metafísica e a teoria do conhecimento.
Embora não exista qualquer dúvida de que Platão lecionou na Academia fundada por ele, a função pedagógica de seus diálogos, desde sua a época, eram usados como ferramenta de ensino nos tópicos mais variados, como filosofia, lógica, retórica, matemática, entre outros.
Segundo Allec Mellor, historiador maçônico francês, “Academia” foi também o nome dado, no século XVIII, a grupos maçônicos. Assim, entre outras, tivemos a “Academia dos Verdadeiros Maçons”, de Pernety e a “Academia dos Sublimes Princípios do Cordeiro Luminoso”, fundada pelo Barão Blaerfindy em 1780, que era uma espécie de Franco Maçonaria pretensamente pitagórica em três graus.

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

terça-feira, 22 de maio de 2012

Origem da Maçonaria





Os primórdios da Maçonaria são obscuros, bem como parte de sua história. Segundo a opinião quase unânime dos historiadores sérios que a estudaram, sua origem é a mais verdadeira e verossímil: ela descende de antigas corporações de mestres-pedreiros construtores de igrejas e catedrais, corporações formadas na idade média.
O vocábulo Maçonaria ( em francês Maçonierie) é derivado do francês maçom, pedreiro. Qual a relação entre o pedreiro e o Maçom atual?
A Maçonaria apresenta duas fases: a primeira, operativa, e a segunda especulativa. Na primeira, os seus componentes operavam materialmente, eram trabalhadores especializados. A segunda fase é denominada especulativa, de vez que os seus adeptos são homens de pensamento.
Desde a antiguidade, os construtores que detinham conhecimentos especiais, constituíam uma espécie de aristocracia, em meio das demais profissões. Formavam como que colégios sacerdotais. Na idade Média, os construtores de catedrais e palácios eram beneficiados, por parte das autoridades eclesiásticas e seculares com inúmeros privilégios tais como: franquias, isenções, tribunais especiais, etc. Daí a denominação francesa de franc-maçon traduzida como pedreiro-livre. A arquitetura constituía então, a Arte Real, cujos segredos eram transmitidos somente àqueles que se mostrassem dignos de conhecê-los. Havia entre aqueles construtores como que um Ideal, a construção de uma obra suprema, mediante um trabalho constante. Seria o Templo Ideal.
Os pensadores e alquimistas da época, combatidos pelos espíritos menos esclarecidos, perseguidos, buscavam refúgio entre os pedreiros livres, capazes de protegê-los pelos privilégios que tinham. Eram alguns aceitos. Daí a denominação der Maçons Aceitos em contraposição a Maçons Antigos, os construtores.
Claro que nem todos podiam ser aceitos. Faziam sindicâncias e apenas alguns eram admitidos, porém depois de submetidos a uma série de provas que constituíam a iniciação. Os iniciados juravam guardar segredo dos ritos e respeitar as regras.
No séc. XVI aumentou consideravelmente o número de Maçons Aceitos, com predominância para os Rosa-Cruz ingleses, entre eles, Elias Ashmole, alquimista, que ingressara com um grupo de amigos, teólogos em 1646. A partir daí, por iniciativa dos novos membros, organizou-se uma sociedade, cujo objetivo era a construção do Templo de Salomão, templo ideal das ciências.
Elias Ashmole obteve permissão para que a sociedade realizasse suas reuniões no Templo Maçônico. De pouco em pouco, os elementos precedentes da Fraternidade Rosa Cruz (Instituição secreta que presumidamente dedicava-se ao estudo do esoterismo, alquimia, teosofia e outras ciências ocultas) passaram a preponderar na Maçonaria, introduzindo nela muito de seus símbolos. Alteraram os rituais, sobretudo a parte referente à iniciação.
Primitivamente havia na hierarquia maçônica apenas os graus de aprendiz e companheiro, pois que o Mestre era somente o encarregado da direção de uma construção.
Em 1964, foi criado o grau de Mestre por Elias Ashmole, formando assim a base definitiva da hierarquia maçônica. Posteriormente, a Maçonaria tomou grande impulso na Inglaterra quando se operou grande transformação orientada por Jacques Anderson, presbítero londrino, diplomado em filosofia, e Desagulliers, de origem francesa, grão mestre inglês, eleito em 1719. A partir de então passou a Maçonaria a desenvolver tendências para instituição filantrópica.
Em 1723 foi aprovado o Livro das Constituições maçônicas, revisto por Jacques Anderson. Sendo chamado de Constituição de Anderson, tornou-se em pouco tempo a Carta da maior parte das lojas. Propagavam uma doutrina sobretudo humanitária, deísta espiritualista, aberta a todos os cristãos, qualquer que fosse a sua seita, e leal aos poderes públicos.
Esta origem, ligada aos construtores da era medieval explica o porquê da simbologia maçônica estar toda ela relacionada ao tema construção. Seus símbolos mais conhecidos, até mesmo pelo observador mais desatento, são os instrumentos do pedreiro: o esquadro, o compasso, o prumo, a régua, o nível, etc.
Todo Maçom está imbuído no propósito da construção: construção do templo da virtude e da verdade, construção de si mesmo, de seu caráter e de sua personalidade. Construção de um mundo melhor.



Fontes consultadas: l Sociedades Secretas (A. Tenório de Albuquerque)

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Muito Importante!



  "(...) Aos Meus Irmãos, tenham eles o Grau que tiverem, deles cobramos apenas, e tão somente apenas, caráter, comprometimento e a consciência de saber que são MAÇONS.
O exemplo PARTINDO de dentro de Casa é FUNDAMENTAL para voltarmos a sermos o que nós éramos. Se... for preciso CORTAR O PESCOÇO, que CORTEMOS!"
(...) Ontem, o senador Pedro Simon fazia um apelo às sociedades, na tribuna do Senado.
O apelo era para que o povo acabasse com a corrupção, não reelegendo os corruptos.
Convocou a LIONS, ROTARY, O POVO EM GERAL E A MAÇONARIA.
Hoje, o senador Mozarildo Cavalcante apresentou um folder do GOB, manifestando o repúdio pelo que está acontecendo no Brasil.
O senador destacou os feitos passados da Maçonaria e pediu a todos os Maçons que se engajassem nessa luta, saindo de suas Lojas e voltando a ser a Maçonaria combativa de outrora.
O senador Cristovam Buarque (não Maçom) pediu um aparte e sugeriu que a Maçonaria começasse, em casa, a dar o exemplo, punindo os seus membros corruptos e fazendo uma melhor seleção para novos iniciantes.
Ele enfatizou, principalmente, os Maçons que estão na política, fazendo o contrário do que se prega a filosofia e os preceitos da Ordem, numa alusão ao governador do DF, que é Maçom.
O Ir.: Mozarildo disse que aqueles que estivessem envolvidos em corrupção seriam afastados da Ordem.
Vejam que os profanos estão cobrando uma postura séria da Maçonaria, para com seus membros que se desviam de seus preceitos.
Infelizmente a nossa sublime Ordem está contaminada pelo vírus da infidelidade, da ganância, da desonestidade, falta de caráter e falta de ética.
Hoje as Lojas estão cheias de elementos sem a menor condição moral e intelectual para desfrutar de seus recintos Sagrados.
Irmãos despreparados, que pouco leem (menos de 1 livro por ano em média) convidam profanos, sem observarem suas vidas pregressas.
É assim que está a Maçonaria de hoje, cheia de profanos de avental, arrebanhando mais profanos desqualificados e execrando os que lutam e defendem a Liberdade, Igualdade e a Fraternidade.
Se não despertarmos para fazermos uma limpeza criteriosa nas nossas fileiras, estaremos fadados a ser execrados e desrespeitados pela população, como está o Congresso Brasileiro.
Por esse motivo, muitos têm se afastado das Lojas, por não concordarem com o que veem, as vezes até preferindo sair de suas Oficinas, dando ainda mais espaço para os sem caráter e sem escrúpulos.
Apesar dos dissabores, da vergonha de ver o que está acontecendo e da falta de decoro, continuarei na luta, seguindo os preceitos do evangelho:
(MT 10:22) - E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.
 "QUE A GERAÇÃO ATUAL NÃO ENTERRE A MAÇONARIA TORNANDO-SE COVEIROS"  (Anônimo).

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Abolição da Escravatura - 13 de maio




O abolicionismo foi um movimento político que visou a abolição da escravatura e do comércio de escravos. Desenvolveu-se durante o Iluminismo do século XVIII, e tornou-se uma das formas mais representativas de ativismo político do século XIX até à atualidade. Teve como antecedentes o apoio de alguns Papas católicos.
Até hoje, as repercussões emotivas do termo "abolicionismo" suscitam inconvenientes usos analógicos do termo, especialmente entre retóricas maniqueístas de grupos de pressão, partidos políticos ou grandes debatedores públicos.
O abolicionismo no Brasil remonta aos movimentos emancipacionistas no período colonial, particularmente à Conjuração Baiana (1798), em cujos planos encontrava-se o da erradicação da escravidão. Após a Independência do Brasil, as discussões a seu respeito estenderam-se pelo período do Império, tendo adquirido relevância a partir de 1850 e caráter verdadeiramente popular a partir de 1870, culminando com a assinatura da Lei Áurea (1888), que extinguiu essa instituição no país.

“Os negros não têm alma”...
A raça negra, portanto, não é humana...
Constituída por Seres da Natureza, são destinados, por Deus, a viver nas selvas... ou então a ajudar os homens nos trabalhos pesados, como fazem os cavalos, os jumentos e os bois".
Duras palavras... que ofendem os ouvidos de meus Irmãos...
E, no entanto, este conceito, por mais delirante, absurdo e irracional que hoje nos pareça, foi o conceito oficial da Nobreza e do Clero, com relação aos escravos.
E isso aconteceu não em outro planeta... não há dez mil anos... Mas aqui no Brasil, há cento e poucos anos.
Se hoje tudo mudou, é porque as trevas deram lugar à luz. É porque lutaram homens como Zumbi dos Palmares, Joaquim Nabuco, José do Patrocínio... É porque se mobilizaram poetas e intelectuais como Castro Alves e Rui Barbosa... É porque se sensibilizaram mulheres do porte da Princesa Isabel.
Também contribuiu a Maçonaria. Muito antes da Abolição, Lojas Maçônicas cotizavam recursos financeiros, com os quais os escravos eram comprados... não para aviltá-los ainda mais, mas para dar-lhes a tão sonhada Carta de Alforria... o passaporte para a liberdade.

A Lei Áurea (Lei Imperial n.º 3.353), sancionada em 13 de maio de 1888, foi a lei que extinguiu a escravidão no Brasil. Foi precedida pela lei n.º 2.040 (Lei do Ventre Livre), de 28 de setembro de 1871, que libertou todas as crianças nascidas de pais escravos, e pela lei n.º 3.270 (Lei Saraiva-Cotejipe), de 28 de setembro de 1885, que regulava "a extinção gradual do elemento servil".
Foi assinada por Dona Isabel, princesa imperial do Brasil, e pelo ministro da Agricultura da época, conselheiro Rodrigo Augusto da Silva. O Conselheiro Rodrigo Silva fazia parte do Gabinete de Ministros presidido por João Alfredo Correia de Oliveira, do Partido Conservador e chamado de "Gabinete de 10 de março". Dona Isabel sancionou a Lei Áurea, na sua terceira e última regência, estando o Imperador D. Pedro II do Brasil em viagem ao exterior.
O projeto de lei que extinguia a escravidão no Brasil foi apresentado à Câmara Geral, atual Câmara dos Deputados, pelo ministro Rodrigo Augusto da Silva, no dia 8 de Maio de 1888. Foi votado e aprovado nos dias 9 e 10 de maio de 1888, na Câmara Geral. [2]
A Lei Áurea foi apresentada formalmente ao Senado Imperial pelo ministro Rodrigo A. da Silva no dia 11 de Maio. Foi debatida nas sessões dos dias 11, 12 e 13 de maio. Foi votada e aprovada, em primeira votação no dia 12 de maio. Foi votada e aprovada em definitivo, um pouco antes das treze horas, no dia 13 de maio de 1888, e, no mesmo dia, levado à sanção da Princesa Regente. [3]
Foi assinado no Paço Imperial por Dona Isabel e pelo ministro Rodrigo Augusto da Silva às três horas da tarde do dia 13 de maio de 1888. [4]
O processo de abolição da escravatura no Brasil foi gradual e começou com a Lei Eusébio de Queirós de 1850, seguida pela Lei do Ventre Livre de 1871, a Lei dos Sexagenários de 1885 e finalizada pela Lei Áurea em 1888.[5]
O Brasil foi o último país independente do continente americano a abolir completamente a escravatura. O último país do mundo a abolir a escravidão foi a Mauritânia, somente em 9 de novembro de 1981, pelo decreto n.º 81.234.[6]

Durante muito tempo a Lei Áurea foi vista como um ato generoso de Dona Isabel que seguia os propósitos abolicionistas de seu pai o Imperador D. Pedro II e também vista como o resultado de uma longa campanha abolicionista, sendo bastante comemorada pela sociedade brasileira. [59]
Porém, alguns pesquisadores recentes da historiografia brasileira têm outro ponto de vista sobre a abolição da escravatura e sobre a Lei Áurea. Afirmam eles que a abolição teria sido fruto de um estado semi-insurrecional que ameaçava a ordem imperial e escravista. Tal interpretação acentua o caráter ativo, e não passivo, das populações escravizadas. Sílvia Hunold Lara [60] e Sidney Chalhoub, [61] ambos os professores doutores do departamento de História da Unicamp, afirmam que as rebeliões de escravos que estavam se generalizando no País, na época da abolição, gerando quilombos por toda a parte, como foi dito acima, [42] após a abolição da pena de açoite, e, também, por causa da cumplicidade do exército brasileiro e da polícia paulista que não iam mais fazer a recaptura dos escravos fugidos, tornaram, então, inviável, politica e economicamente, a escravidão. Sílvia H. Lara e Sidney Chalhoub procuram, com esta tese, minimizar o papel que Dona Isabel, os clubes abolicionistas, a imprensa e a maçonaria brasileira tiveram na abolição da escravatura no Brasil.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Estou fazendo minha parte


 Leia, antes que a Dilma proíba o e-mail. Imperdível 

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- Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca. Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida; Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade. .. Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.É coisa de gente otária. - Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.

Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.Brasileiro tem um sério problema.Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

-
Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.

Brasileiro é vagabundo por excelência.O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo. Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.

- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira..Já foi.Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando daGuerra do Paraguai ali se instalaram.Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.Hoje a realidade é diferente.Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.- O Brasil é um pais democrático.. Mentira.Num país democrático a vontade da maioria é Lei.A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar. Democracia isso? Pense !

O famoso jeitinho brasileiro.Na minha opinião
, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.Brasileiro se acha malandro, muito esperto.Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar. No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto.... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?Grande coisa...

O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.Dessa vergonha eles se safaram...Brasil, o país do futuro !?
Deus é brasileiro.Puxa, essa eu não vou nem comentar...

O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão: O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!

Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
FAÇA A SUA PARTE (SE QUISER)
REPASSE

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Rosa – Cruz e a Maçonaria





O pessoal mais antigo da Maçonaria é frequentemente questionado pelos maçons mais jovens, sobre a ligação entre a Maçonaria e o Rosacrucianismo.
A pergunta mais freqüente é se a Rosa-Cruz nasceu na Maçonaria, ou vice versa. Se têm muita coisa em comum, etc.
Na verdade elas são instituições totalmente diferentes, com origens diferentes.
É difícil dizer que não tem nada em comum, pois a Maçonaria tem uma parte "mística", apesar da Maçonaria Especulativa, atual, ser uma construtora social, atuando no terreno político-social. Por sua vez, a Rosa-Cruz é uma instituição muito "mística", num sincretismo de diversas correntes filosófico-religiosas: desde alquimia, gnosticismo cristão, cabalismo judaico até o hermetismo egípcio (Castellani).
Sobre a origem da Maçonaria já foi falado em diversas Pílulas anteriores.
Quanto a origem do Rosa-Cruz, apesar de alguns escritores ufanistas, dizerem que essa Instituição nasceu no Egito antigo, escritores sérios, com documentos concretos, como Frederico Guilherme Costa, demonstram que, na verdade, ela nasceu na Idade Média.
No livro "Maçonaria Dissecada" o escritor citado, nos diz que a primeira menção histórica da Rosa-Cruz, data de 1614, quando apareceu o documento "Fama Fraternitatis", relatando as fantásticas viagens pela Arábia, Egito, Marrocos feitas pelo germânico Christian RosenKreuz.
Nesses países, adquiriu seus conhecimentos místicos e que foram, posteriormente, espalhados pelos quatro cantos do mundo, através de seus seguidores.

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto